Cirurgias

Cirurgia de Orelhas


As orelhas, quando estão fora de alguns padrões de aparência, podem causar problemas de auto-estima desde os primeiros anos da infância. Dentre as possíveis alterações, a mais freqüente é a “orelha em abano” (OA) (fig 1).
 

A partir dos 6 ou 7 anos, já podemos tratar a criança com OA e livrá-la do estigma que muitas vezes a acompanha, pois nesta idade as orelhas já se desenvolveram até quase o tamanho total da orelha de um adulto.

Para termos uma idéia geral sobre a cirurgia é importante que saibamos um pouco sobre a anatomia da orelha (fig 2). Como podemos ver na figura, as principais estruturas são: a hélice(A), a anti-hélice(B), a concha(C), o tragus(D) e o lóbulo(E).
 
 
Na OA, geralmente teremos alterações na anti-hélice(B) e na concha(C). Na anti-hélice podemos encontrar uma dobradura menos acentuada e que deverá ser refeita. A concha, por sua vez, pode estar aumentada e contribuir para o “abano”.
 
 O acesso a estas estruturas alteradas é feito na parte de trás da orelha. Por este local é que faremos as correções na anti-hélice e na concha (fig 3).
 
 
Em alguns casos teremos que corrigir o lóbulo e também a hélice. Com a cirurgia terminada, constatamos que a cicatriz ficará “disfarçada” atrás da orelha (fig 4).
 
 
Será feito um curativo com faixas ao redor da cabeça, ou com uma malha elástica apropriada. O curativo permanecerá por cerca de 5 dias (fig 5).
 
 
O retorno às atividades de trabalho ou estudo será com 7 dias. Após 2 meses, teremos o resultado definitivo (fig 6)
 
 
É importante que o paciente utilize faixa elástica à noite para dormir durante os primeiros 2 meses, quando a cicatrização estará numa fase avançada. Com isso, evitamos que ocorra uma dobradura da orelha no travesseiro e, conseqüentemente, a soltura de um ou mais pontos com perda do resultado obtido.









Cadastre seu e-mail para receber artigos e informações sobre cirurgia plástica.

e-mail: cadastrar remover cadastro    OK